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POP REVISITADO
Quarta-feira, 25 de Junho de 2008
Pop revisitado
A arte Pop dos anos 60 e a Cultura Pop de hoje.
Individual de Gerald Laing
Individual do inglês John Simpson
Individual de Daniel Melim
Mais: trabalhos especiais de Mariana Martins, Silvana Mello, Felipe Lopez, Fausto Chermont, Magoo e Presto.
Pré abertura: 3 de julho de 2008, das 18 às 22 hs
Do que trata essa exposição?Nós queremos mostrar tudo o que a Pop Art do anos 60 tem a ver com a Cultura Pop atual. Convidamos o emblemático artista Gerald Laing, 73 anos, um dos mais importantes artistas ingleses, ativo integrante da Pop Art britânica e americana à partir dos anos 60, para mostrar sua novíssima série de trabalhos inspirados nas imagens da prisão de Abu Ghraib (Guerra do Iraque). A essa individual de Laing, que vem pela primeira vez ao Brasil, se contrapõe uma coletiva de artistas jovens, escolhidos pela Choque, que pretende mostrar o quanto os ideários da Art Pop dos anos 60 e da Cultura Pop atual têm em comum: . o uso dos ensinamentos (e truques) da publicidade no modo como os artistas lidam com a audiência;. a naturalidade com que os artistas se apropriam de linguagens populares e “artes menores”, como os mangás, o graffiti e a tatuagem (assim como a Pop Art dos 60 fez com os outdoors, as latas de Campbell’s e os comics);. o gosto pelo apuro técnico, a valorização do desenho, da pintura e da escultura ao invés de desenvolvimentos muito teorizados;. e, principalmente: a procura de uma arte mais envolvente, carismática, emocional e magnética.
O que é a Cultura Pop?
No final dos 50 e início dos 60, surgia a primeira geração de jovens depois da Segunda Guerra e, com eles, um choque cultural com as gerações anteriores, cujos valores seriam profundamente confrontados nos anos seguintes. O comportamento agressivo da juventude em relação aos valores conservadores dos seus pais criariam uma atmosfera subversiva e revolucionária. A agenda dessa juventude previa:. mudanças de comportamentos (sexual, político, estilo de vida etc).. a valorização da própria juventude, enquanto classe que queria ter poder de decisão.. a valorização do popular. No ocidente e no oriente, no capitalismo e no comunismo, o zeitgeist era o mesmo. Enquanto, na China, rolava a Revolução Cultural e a caça aos velhos costumes, nos Estados Unidos surgiam os hippies. Enquanto, em Cuba, os jovens Fidel Castro, Che Guevara e cia. tomavam o poder, em Paris levantavam barricadas e confrontavam a polícia. E a resposta capitalista ao “povo no poder” dos comunistas foi a descoberta da “beleza” das coisas populares, das latas de sopa, dos quadrinhos e da propaganda. Estabeleceu-se, então, uma cultura popular e juvenil, muito diferente da cultura dos “mais velhos”. A Cultura Pop. Esquerdista, subversiva, contestatória, comunitária e avessa à hierarquia, contra uma cultura erudita, polida, bem-pensante, de bom gosto e bons modos.

Qual a conexão da Arte Pop com a Arte Urbana?
No nascimento da cultura pop, a música teve o papel principal. O rock era uma música energética o suficiente para empolgar a nova audiência e os meios de comunicação estavam prontos para dissemina-la por todo o mundo. Tanto o rádio quanto a indústria fonográfica estavam no apogeu do seu desenvolvimento, prontas para a difundir a nova música em escala global. A Pop Art dava às artes plásticas da época um papel importante também, mas a televisão não era ainda tão poderosa e popular quanto o rádio. Além disso, a pintura, a instalação e mesmo a performance eram criadas e usufruídas em processos mais intimistas, pessoais e contemplativos, em museus e galerias, enquanto as bandas de rock faziam shows e festivais cada vez mais catárquicos. A música estava mais conectada com o espírito comunitário e energético da época, próprios de uma comunidade juvenil que começava a se afirmar. Só depois de alguns anos, a arte começaria a encontrar meios de comunicação mais adequados à nova audiência juvenil. Apareceram as camisetas, a moda, o design e o primeiro suporte verdadeiramente popular, participativo e comunitário das artes plásticas: o graffiti. Um meio de atuação coletivo, no qual a obra acabada é a própria cidade, ou seja, o conjunto de todas os seus graffiti e pichações. Energético o suficiente, carismático, agressivo, pode-se dizer que o graffiti é para as artes plásticas hoje, o que o rock foi para a música nos 60. O graffiti apareceu da fusão entre os mundos punk, hip-hop e skate. Essas três subculturas formaram o caldeirão cultural que redescobriu a tatuagem e ainda lançou o video clipe e o video game. Transformaram o pôster, o flyer, o sticker, o brinquedo em suportes que vão sendo, hoje em dia, transformados em itens colecionáveis, em múltiplos de tiragens limitadas, assinadas, numeradas e customizadas. Transformaram objetos de consumo em objetos de arte. Feita e usufruída pelo jovem urbano, o conjunto dessas formas de arte passou a ser conhecido por Arte Urbana. Assim, a Pop Art se revê agora, nas novas gerações, nas novas mídias, com energia renovada!

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INDIVIDUAIS: RAMON MARTINS E DANIEL LANNES
Domingo, 4 de Maio de 2008

fachada da Choque, pintada por Ramon Martins
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JAPAN POP SHOW
Domingo, 4 de Maio de 2008

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MADE IN AMERICA
Quarta-feira, 2 de Abril de 2008

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Made in America.
Qual a importância dessa exposição?
A exposição é um fato raro para o público paulistano. Nós não estamos acostumados a ter contato com uma cena, um movimento artístico que está acontecendo agora, nesse momento. Essa exposição não trata de nada requentado ou deja vú… fala de uma arte pulsante e que está emergindo agora do eixo Nova York-Califórnia. A proposta da exposição é colocar São Paulo no circuito mundial da arte “alternativa” ou underground. Nunca nenhum dos artistas convidados participaram de mostras aqui no Brasil, o que é um atraso brutal com a nossa contemporaneidade! É como se nunca mais tivéssemos recebido nenhuma outra banda de rock além do Queen em 80…
Por que Made in America?
A exposição é parte de um programa de intercâmbio artístico e cultural promovido pela Choque Cultural e pela Jonathan Levine Gallery de Nova York. Em Fevereiro de 2007 a Choque levou 8 artistas vindos do graffiti paulistano, para mostrar seus trabalhos na Jonathan LeVine Gallery de Nova York. Agora, a Choque passa para o outro lado da ponte e mostra o que a América de cima tem a dizer para a América aqui de baixo. Na verdade, ambas as galerias estão mostrando para o seu público local a riqueza de uma arte nova, de amplitude global e que tem muita coisa em comum, principalmente juventude e energia.
O que essa arte tem de diferente?
A arte nunca foi tão jovem quanto ela é hoje! Essa é, atualmente, uma das questões mais interessantes da arte contemporânea. O surgimento de uma nova audiência juvenil, o que nunca aconteceu antes na História da Arte. Esse jovem faz parte de uma geração que assimilou a linguagem ágil que é usada na internet, no rock, nos comics, no mangá, na moda ou na publicidade. Esse novo e jovem público aprendeu a colecionar arte, colecionando brinquedos, bonés, tênis e tudo o que fosse customizado, assinado ou tivesse uma edição limitada. É um público que passou a exigir uma arte mais dinâmica, interessante e comunicativa, diferente do modelo “cabeção”, conceitual e sisudo que identificou a arte “oficial” das últimas décadas.E desse ambiente, desse zeitgeist, surgiu uma nova arte, tão nova que não tem nem nome ainda… Skate, hip hop, punk, graffiti, street art, arte urbana, pop surrealism, toy art são algumas palavras-chave para se aprofundar na questão.
Se essa arte é tão boa, por que nunca foi mostrada aqui?
Revolução não se aprende na escola e não procura reconhecimento.A publicidade aprendeu rápido a falar a língua dos jovens, interessada que é nessa faixa de consumo. Já as instituições artísticas mais tradicionais e a crítica de arte em geral têm resistido em reconhecer a qualidade e contemporaneidade de artistas vindos do graffiti, dos quadrinhos, da ilustração, do design e de outras fontes que não as acadêmicas. O problema é que a arte, quanto mais nova, subversiva e revolucionária, mais dificuldades tem para ser aceita. A História comprova essa tese. No auge da experiência, os impressionistas foram desprezados, os modernistas vaiados, os artistas da Pop Art nem foram considerados. Depois de um tempo, é claro que a crítica entende, o mercado aprende a vender e até a escola vai acabar ensinando.
Os artistas da Jonathan Levine são grafiteiros?
Entre os artistas da Made in América, alguns têm os pés na street art, como Shepard Fairey e Jeff Soto. Mas, nos Estados Unidos, os quadrinhos e a ilustração têm uma presença muito mais importante que a do graffiti, na formação de talentos. Seu mercado editorial gigantesco sempre produziu ilustradores e cartunistas inesquecíveis, como Norman Rockwel, Ben Shahn, Saul Steinberg, Gruau, entre tantos. Essa tradição norte-americana está sendo sistematicamente revitalizada pelos artistas que a Choque mostra em Janeiro. Todos têm o dna do ilustrador e o máximo cuidado sobre a artesania da arte. Jonathan LeVine, galerista de Nova York, faz com os artistas advindos da ilustração norte-americana o mesmo que a Choque faz com os artistas surgidos no graffiti paulistano. Lhes oferece uma plataforma para serem entendidos e respeitados. Apresenta esse novo artista para uma audiência que está acostumada a ver, criticar e comprar arte. E se propõe uma ponte entre o mais erudito crítico e o mais intuitivo artista.
Por que essa exposição é tão especial?
A exposição Made in America mostra trabalhos originais de todos os artistas. Todos produziram obras especialmente para a exposição. Os artistas Gary Baseman, Tim Biskup, Mars1, Souther Salazar e Shag participam da montagem e da inauguração. É uma oportunidade única do público paulistano poder ver e adquirir obras desses artistas. São artistas cultuados em todo o mundo. Suas exposições individuais são super concorridas e suas obras disputadas a tapa. Essa exposição se torna ainda mais interessante pelo fato de que raramente tais artistas são vistos juntos numa mesma mostra. É a oportunidade do paulistano obter um rico panorama do que de mais contemporâneo tem-se produzido na América do Norte. Serviço: Exposição Made in AmericaO time de 11 artistas da coletiva: AJ FOsik, Andrew Brandou, Camille Rose Garcia, Dalek, Gary Baseman, Jeff Soto, Mars1, Shag, Shepard Fairey, Souther Salazar e Tim Biskup.A exposição segue de 21 de Janeiro a 29 de Fevereiro de 2008A galeria funciona de Segunda a Sábado, das 12 às 19 horas.
Fone: 11 3061 4051
A J FOSIK

ANDREW BRANDOU
TIM BISKUP 
CAMILLE ROSE GARCIA 
DALEK
GARY BASEMAN
JEFF SOTO
MARS1
SHAG
SHEPARD FAIREY
SOUTHER SALAZAR
veja entrevistas: http://www.trip.com.br/tvtrip/video.php?i=242
revista nylon: http://www.nylonmag.com/?section=article&parid=910
na juxtapoz (por lost.art): http://www.juxtapoz.com/index.php?option=content&task=view&id=2366
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2006
Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008
Em Novembro/Dezembro de 2006 TITI FREAK, YUMI, ATSUO, WHIP e TANIGUCHI fazem a Himegoto, coletiva que coloca a cultura pop japonesa no foco desses jovens artistas. Todos virtuoses nas suas técnicas, encontram espaço para improvisar. A exposição é uma jam session visual, intensa e vibrante.



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HIGHRAFF mostra pinturas e esculturas na sua individual na Choque Cultural. A exposição é também uma instalação psicodélica multicolorida.


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MZK (aka Mauricio Kuhlmann) trabalhou durante muitos anos desenhando quadrinhos e ilustrações. É um apaixonado por roteiros, cenários, personagens e narrativas. É também um mestre do desenho de traço forte e preciso. Na sua exposição, MZK mostra incríveis polípticos que parecem diagramar uma idéia, como se diagramaria uma página de comic.


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FLÁVIO SAMELO é um fotógrafo especializado em skateboard. Samelo propõe um diálogo entre arquitetura e o esporte. A exposição também explora os limites da fotografia do movimento nas imagens sequenciais e sobreposições.


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ANDREI MULLER faz sua primeira individual na Choque. transforma o porão num ‘chão de fábrica’. Poluição industrial, ruidos urbanos, o chão da galeria coberto de betume, pregos e parafusos recriam a atmosfera de estúdio ‘hard core’ no qual o artista está imerso.


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TINICO é um tatuador. Sua exposição é um corajoso e inusitado diálogo entre suportes. Papel e pele. Enquanto o público via desenhos pendurados nas paredes podia, também, visitar o estúdio de tatuagem que funcionou na galeria durante o período da mostra.


Kboco apresenta em Abril, no porão da Choque, a sua iconografia rústica, de cromia delicada e geometria orgânica. A exposição é uma instalação que reverencia Burle Marx.


CHOQUE CULTURAL NA FORTES VILAÇA
Numa visita à Choque, Márcia Fortes e Alessandra D’Aloia ficam surpresas com a qualidade e quantidade de bons artistas apresentados nas paredes pintadas da galeria. Numa curadoria ampla e representativa, escolhem Fefê Talavera, Titi Freak, Zezão, Tinho Nomura, Nunca, Renan Cruz, Andrei Muller e Highraff para mostrarem seus trabalhos na galeria Fortes Vilaça.




FORTES VILAÇA NA CHOQUE CULTURAL
Em fevereiro a exposição mais surpreendente dos últimos tempos abalou o mercado, a crítica e o público das artes plásticas. Numa iniciativa arrojada e histórica, as duas galerias ‘trocaram’ seus artistas.

A Fortes Vilaça, uma galeria conceituadíssima, respeitada dentro e fora do Brasil, representante dos mais importantes e bem sucedidos artistas contemporâneos… e a Choque Cultural, projeto experimental de vanguarda, representante de artistas jovens e formados na cultura pop, dos quadrinhos, gtraffiti e tattoo.

Adriana Varejão, Beatriz Milhazes, Erika Verzutti, Janaina Tschape, Mauro Piva, Leda Catunda, Ernesto Neto, Vik Muniz, Tiago Carneiro da Cunha e Luiz Zerbini invadiram o espaço expositivo da Choque e exploraram todas as possibilidades. Leda pintou na parede, Beatriz desenhou dois stickers, Neto produziu dois designs de lambe-lambe, Piva desenhou sticker e um toy art! Janaína apresentou video dentro do aquário, Vik mostrou o making off da sua última produção fotográfica…

Varejão mostrou-se tatuada em fotos de tiragem limitada. Janaína apresentou video dentro do aquário, Vik mostrou o making off da sua última produção fotográfica…



Tiago mostrou a sua caveira em resina e sua versão ‘faça você mesmo’, Zerbini a sua caveira pintada e Erika seus ‘vestidos’ de mdf.

FEFÊ TALAVERA & ZOSEN
O ano começou com o split Fefê & Zosen, em Janeiro. Zosen vem direto da Espanha para dividir o porão da Choque com a brasileira de pais mexicanos, Fefê Talavera. O porão foi transformado numa ‘fiesta’, colorida, caliente e mística. 
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2005
Terça-feira, 5 de Fevereiro de 2008
SILVANA MELLO, primeira individual, dezembro
______________________________________________________________________CARLOS DIAS, solo show “Ao Seu Alcance”, dezembro

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PATO, individual, novembro

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FLESH BECK CREW, projeto “Paredão”, outubro

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TITI FREAK, primeira individual “Freakxplosion”, outubro

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MARIANA PABST MARTINS, exposição dos seus famosos Diplomas, outubro

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BUIA, projeto “Cuidado, Frágil” de vidros desenhados, setembro

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LITOGRAFIA DE ANDREI MULLER, agosto

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ZEZÃO, exposição individual Subterrâneos em julho

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EXPO EROTICA
coletiva inaugurada em 12 de junho de 2005. Exposição rotativa, mostrou e vendeu trabalhos originais de mais de 40 artistas, entre pinturas, desenhos, aquarelas e fotografias.

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CIRO SCHUMAN, indivisual em junho

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TOY ART NUNCA-CARAJÁ
NUNCA & ÍNDIOS CARAJÁ

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TELA FATIADA
TITI FREAK

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TELA A QUATRO MÃOS
HIGHRAFF & MARTIN

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TELA FATIADA
FLIP

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TELA DE METRO
MZK

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EXPO CAÇAMBA
a mostra se realiza junto com a Catalixo. São 4 caçambas de lixo colocadas por um mês em frente à galeria. Vários artistas são convidados a pintá-las numa grande jam-session free style.

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EXPO CATALIXO
abertura: 25 de Janeiro de 2005, aniversário de São Paulo. A exposição apresenta muitos artistas e coletivos de arte urbana. O conceito de street art é colocado a prova numa mostra realizada dentro da galeria. Como traduzir o que se faz na rua para obras expostas dentro de uma galeria? Como parte do estímulo e do desafio, a curadoria propõe aos artistas se utilizarem do lixo tipicamente urbano a guiza de suporte para suas pinturas, desenhos, esculturas e fotos.

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2004
Terça-feira, 5 de Fevereiro de 2008
TELA DE SETE DIASSPETO
projeto de live-painting, iniciado em novembro de 2004. O artista SPETO pintaria sobre a mesma tela 7 vezes, em sete dias diferentes. O processo só seria interrompido caso a tela fosse comprada. Na terceira versão, a tela foi arrematada.



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EXPO CALAVERAS
coletiva inaugurada dia 2 de Novembro de 2004
O projeto reuniu 30 artistas, sendo 15 vindos do graffiti e 15 da tatuagem. Os artistas foram convidados a apresentar a sua homenagem ao Dia de los Muertos, comemorado nessa data. A proposta seria uma alternativa festiva ao dia de finados e uma resposta ao sucesso da implantação da festa de Halloween, como tal alternativa.
veja mais aqui no LOST.ART
live painting flip
os gemeos
jun matsui
misi

mzk
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