
“Desde o meu primeiro contato com a Choque Cultural, em 2007, com a exposição “Made in America”, eu já percebia que havia algo especial naquela galeria. Naquela época, acompanhava a cena americana por blogs e sites, encontrar no Brasil um espaço que trouxesse esses artistas que eu admirava foi realmente marcante.
A partir de 2009, nossa parceria se consolidou e, de lá pra cá, a Choque não só representou meu trabalho no Brasil, mas também contribuiu para levá-lo a outros patamares.
O Baixo Ribeiro, com sua visão ampla de curadoria, esteve à frente do tempo, levando a arte que a Choque representava para espaços institucionais e criando pontes importantes. Embora eu não tenha pessoalmente participado das exposições no Masp, foi inspirador ver o Baixo levando esse tipo de arte para esses espaços e isso sempre alimentou minha própria visão de até onde poderíamos chegar. Desde o início, minha imaginação e ambição era ver a minha arte ocupando novos territórios, e foi exatamente isso que construímos juntos: a exposição em Nova York abrindo meus caminhos para o mundo, seguida de importantes individuais minhas em grandes museus pelo Brasil. Sou muito grato aos queridos Baixo e Mari Martins por ter acolhido meu trabalho a bordo desta essa jornada conjunta que segue abrindo novas portas e também abrindo a mente do público para novos horizontes.”






