A exposição de Mariana Martins fala de um tempo poético que diz respeito à nossa memória. Segundo a artista, são muitas as formas como nos relacionamos com as nossas lembranças, criando memórias idealizadas, memórias críticas, memórias registradas em documentos. O que a artista investiga, são as memórias poéticas e afetivas, reunidas e fragmentos, cenas, situações representadas em objetos. São obras que exploram dimensões pouco usuais da escultura, principalmente as relações entre o que está dentro e o que está fora do objeto escultural. Curadoria: Baixo Ribeiro.
OS BONS VELHOS TEMPOS
Abertura: 24/11/2021
SOBRE A EXPOSIÇÃO
Pequena entrevista com a artista:
.Qual a sua memória mais antiga? “Estou num quarto escuro, no colo da minha mãe e ela está cantando para mim.”
. Cite alguns artistas (ou não artistas) que influenciaram a sua estética. “Albrey Beardsley, Claes Oldenburg, Mimo Rotella, Saul Steinberg, Lucio Fontana, Alberto Burri, Farnese de Andrade e Aldemir Martins.”
. Seu trabalho migrou para o tridimensional. Conte um pouco sobre essa passagem, o que a motivou, as diferenças e semelhanças entre trabalhar no plano e na escultura. Veja mais.
ARTISTA
Mariana Pabst Martins nasceu em 1958, em São Paulo, Brasil. Graduou-se em arquitetura e urbanismo na Universidade de São Paulo. A arte sempre foi o eixo principal dos seus projetos e realizações. Desde 1981, ano da sua primeira exposição, intitulada “Diplomas”, Mariana já apresenta os traços que se tornariam tão característicos de sua produção artística. Mariana coleciona memórias. Veja mais.
DETALHES DE ALGUMAS DAS OBRAS




