Choque Cultural

A Galeria Choque Cultural está localizada na Alameda Sarutaiá, 206 – Jardim Paulista – São Paulo/SP, entre a Brigadeiro Luís Antônio e a Joaquim Eugênio de Lima. O estacionamento é Zona Azul e possui fácil acesso pelo metrô (Linha Verde). Próxima à Av. Paulista, é uma ótima opção para amantes da arte e apreciadores da cena cultural paulistana.

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IN: TENSÃO
2023 – retrospectiva Choque
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IN: TENSÃO

Na exposição Daniel Melim in: tensão, o artista atinge a tensão máxima entre figurativo e abstrato, marca registrada da sua pintura. O elemento figurativo da sua pintura adquire aspecto realista, algo, até então, inédito em seus trabalhos.

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Curadoria
Lui Tanaka
Bio
Sobre a artista
Local
Alameda Sarutaiá, 206 – Jardins
São Paulo – SP

SOBRE EXPOSIÇÃO

Daniel Melim in: tensão expõe trabalhos do artista com quase 25 anos de carreira. Formado em educação artística pela FATEA (2002) e pós-graduado em Linguagens Visuais (2005), Daniel Melim vem participando de exposições coletivas e individuais no Brasil e no mundo afora desde 2001.

 

MASP, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu Afro-Brasil, bem como AMBA Collection (Inglaterra) e Museo de la Solidariedade Salvador Allende (Chile) possuem obras do artista em seus acervos.

 

Seus trabalhos mais recentes são a exposição individual na Fundação Iberê Camargo (Porto Alegre) e um grande mural (Viena, Áustria). Daniel Melim ainda produz gravuras, fanzines e programas educativos na comunidade do Jardim Limpão, em São Bernardo, onde está localizado o seu estúdio.

 

Na exposição  Daniel Melim in: tensão, o artista atinge a tensão máxima entre figurativo e abstrato, marca registrada da sua pintura. O elemento figurativo da sua pintura adquire aspecto realista, algo, até então, inédito em seus trabalhos.

 

Mas a tensão também está expressa na temática dos trabalhos, como na instalação Ato (2023), no qual os atos  de violência e de negligência da democracia são colocados em oposição ao tema da justiça, que o artista menciona por meio do mito de Er, de Platão.

 

E nos outros trabalhos em que há, sempre, elementos em explícita oposição:  a dualidade entre a feminilidade e o policialesco; a ironia do legítimo frango, que não é o de padaria; e até mesmo o vazio que permeia a relação dos casais pela ausência das presenças.

ARTISTA

Flávia Itiberê nasceu em Curitiba, em 1984, e passou a infância entre a cidade paranaense e La Plata, na Argentina. Foi na convivência com a avó, entre sessões de costura e passeios pelos armarinhos da cidade, que Flávia tomou gosto pelas linhas, tecidos e bordados. Graduou-se em design de moda, pós graduou-se em modelagem industrial e deu aulas em Universidades.

Flávia foi migrando lentamente da moda para a arte, colaborando cada vez mais intensamente com o pintor Rafael Silveira, com quem divide a criação de Amanda, filha do casal. Desde 2017, a partir da exposição “Circonjecturas” apresentada no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, a parceria aprofundou-se e Flávia chegou a produzir uma grande instalação imersiva que tomava conta de um espaço generoso da exposição.

Parte de sua produção utiliza uma técnica própria, que inclui o uso de entretelas, bastidores e outros instrumentos; e na qual as linhas se cruzam, se colam e se amarram para formar tramas com vazados mais e menos abertos, texturas e desenhos com traços de diferentes espessuras. As imagens, que essas complexas tramas definem, são quase sempre a de figuras femininas, mitológicas, ou ícones extraídos de um imaginário que Flávia divide com Rafael.

CONHEÇA ALGUMAS OBRAS DA EXPOSIÇÃO!

Últimas produções de Flávia Itiberê

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