A cidade é um organismo vivo: movimento, pressa, sons, cores (ou a falta delas), texturas, aromas e sabores. Ora intimidadora, ora acolhedora, seus habitantes são atravessados pela cidade e suas manifestações e, ao mesmo tempo, atravessam os lugares em uma troca constante numa via de mão tripla: dou, recebo e retribuo. Um imenso palco onde diversas cenas e personagens mantêm a urbe pulsante.

REDE CHOQUE
DIVERSAS CENAS
Das grandes obras feitas nas empenas cegas ao pequeno sticker colado em uma placa de PARE, passamos diariamente pelos graffitis, pixos, lambes, HQ’s, tatuagens, estampas de camiseta, cabelos coloridos, corpos prateados, repentistas, pela galera do skate, do hip hop e toda sorte de artistas, malabaristas e performers, consagrados e anônimos, que povoam lugares e imaginários e trazem consigo muitas histórias e muita arte. Foi de olho nessas várias cenas que surgiu a Rede Choque.


REDE CHOQUE CULTURAL
Inverter a dinâmica centro-periferia e colonizar espaços até então dedicados exclusivamente à “Arte” sempre foi a proposta da Choque Cultural. Diversificar o mercado, criar colaborações, promover intercâmbios, viagens, estudos, seminários e encontros. Trazer visibilidade para as mais variadas possibilidades de criação, mapear e apresentar ferramentas que facilitem as conexões entre artistas, público e colecionadores. Uma capilarização que possibilita um fluxo contínuo de diálogo, criações e recursos, na mesma via de mão tripla: dar, receber e retribuir. Faça parte dessa grande rede.
PROJETOS

Em 2026, o Festival Arte Serrinha celebra 24 edições levando à Ocupação 9 de Julho, em São Paulo, uma exposição com mais de 50 artistas que participaram das residências de
SESC SANTO AMARO – De 8 de agosto a 28 de fevereiro de 2027 RUA: Substantivo feminino As artistas tomam conta da cidade Desde o surgimento do grafite contemporâneo, nos
Alexandre Vianna na Choque Cultural Alexandre Vianna apresenta uma experiência imersiva que desloca o foco tradicional da arte visual para um campo mais amplo de percepção sensorial. Seu trabalho investiga
No próximo sábado, dia 28, a exposição Curto-Circuito recebe a presença de Rico Lins, artista premiado cuja trajetória singular desloca a arte gráfica de sua função utilitária para o campo
Casa Bradesco convida: Sábado, 29 de novembro, 15h – gratuito *MATA TALKS – Supermercado de Arte* Encontro para discutir a relação de dependência e independência da produção artística em relação
Abertura: segunda-feira 24 de novembro 2025 – 19h Local: Choque Cultural – Alameda Sarutaiá 206 – Jardim Paulista Duas artistas que experimentam a assemblage — linguagem dos objetos — e
Sobre Rodas Choque Cultural na Feira Rotas – SP Arte Estande D16 27 a 31 agosto 2025 ARCA – Av. Manuel Bandeira, 360 – Vila Leopoldina A exposição Sobre Rodas
Numa parceria com o projeto @callelibre de Viena, Austria, temos o prazer de anunciar a exposição do artista Sebastian Schager – @artis.love – e de gravuras da printshop @leapartprints –
Com bate papo aberto ao público, a artista Elisa Stecca apresenta seu novo livro e séries de gravuras fotográficas no sábado, dia 17 de junho às 11 horas e a
Visão Periférica é uma mostra de vídeos artísticos e animações de curta duração apresentados ao ar livre, transmitidos diariamente desde de novembro de 2021, no painel de led do Santander.
Choque na SP-Arte | Estande D-15 Amazônia Crew é um programa que visa apresentar uma cena de arte urbana amazonense, já muito forte e consolidada localmente. À partir de parceria
Temos o prazer de anunciar a exposição “Mulheres: raízes da conexão” de Soberana Ziza, artista que venceu o Prêmio em Artes Visuais do Programa de Ação Cultural do Governo do
TANGO 360º é uma exposição diferente, cruzada pelo isolamento e distanciamento social e pelo momento presente que estamos vivendo. As obras reunidas na individual do artista Tec foram pintadas antes da
Uma das mais instigantes e inspiradoras experiências da minha vida Assim eu, como curador e urbanista, posso definir o projeto em conjunto com a artista norte-americana Swoon e uma grande
Foi em 2019 que eu conheci o projeto Armazém e o Coletivo Elza, através da professora, artista e curadora Lilian Amaral, que nos animou a fazer juntos ações que seriam



