Choque Cultural

A Galeria Choque Cultural está localizada na Alameda Sarutaiá, 206 – Jardim Paulista – São Paulo/SP, entre a Brigadeiro Luís Antônio e a Joaquim Eugênio de Lima. O estacionamento é Zona Azul e possui fácil acesso pelo metrô (Linha Verde). Próxima à Av. Paulista, é uma ótima opção para amantes da arte e apreciadores da cena cultural paulistana.

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OCUPAÇÃO SERRINHA

ESTADO DE SÍTIO

Abertura: 11/02/2012

A partir de 12 trabalhos apresentados na forma de objetos, instalações e vídeo mappings, a exposição “Estado do Sítio” pretende fomentar uma reflexão sobre o caos social das grandes metrópoles e as complicações da vida contemporânea. Sob um fundo vermelho, elementos simples ganham um vasto simbolismo, como na obra “Poder”, em que dois cassetetes são unidos para transformar-se em uma cruz ou em “Sós”, união de azulejos que brinca com os significados das palavras “SOS” e “Sós”. Curadoria: Baixo Ribeiro.

Obras
Veja as obras da exposição
Bio
Sobre o artista
Local
Alameda Sarutaiá, 206 – Jardins
São Paulo – SP

SOBRE A EXPOSIÇÃO

O FFW esteve presente na abertura da exposição e conversou com Maurício Brandão. Como surgiu e qual foi a ideia por trás da criação do Coletivo BijaRi? R: O grupo surgiu meio sem pretensão. No início, era apenas um espaço que uns colegas de Arquitetura dividiam para fazer trabalhos de faculdade, festas e “obras” artísticas ainda de forma individual. Passado um tempo, alguns amigos começaram a nos pedir trabalhos de cenografia e de desenhos de disco, então a gente começou a trabalhar e assinar como um grupo. Nesse começo erámos como uma cooperativa, dividíamos o espaço, as ideias, com todas as coisas boas e ruins de projetos coletivos: a multiplicidade de ideias e referências, mas também o caos e a desorganização. Veja mais.

ARTISTA

O Coletivo BijaRi é conhecido por sua produção artística experimental de caráter extremamente engajado em questões sociopolíticas e pela utilização de recursos tecnológicos, como o video mapping. O grupo, formado em 1997 por uma equipe de arquitetos e artistas plásticos, é habituado a obras de tamanho extenso, como a projeção holográfica realizada nas fachadas do prédio do MASP em maio de 2011 ou ainda intervenções públicas que podem ser vistas com frequência por diversos lugares do Brasil. A convite da Choque Cultural, no entanto, o Coletivo aceitou o desafio de desenvolver trabalhos em escala reduzida, que coubessem em uma mostra dentro da galeria paulistana. Veja mais.

DETALHES DE ALGUMAS DAS OBRAS

últimas produções do coletivo bijari

OBRAS DISPONÍVEIS